Em Juazeirinho, aluno usa perna como carteira (foto)
Não é sem razão que o prefeito Bevilácua Matias matriculou os filhos nos colégios particulares de Campina Grande, para onde se transferiu com a família logo que empossado, alternando o clima da serra com a brisa do mar, em João Pessoa, onde também tem domicílio.
O prefeito só não se adaptou ao clima do município tórrido e inadequado para quem aprecia tomar o legítimo escocês, hábito no qual o edil muitas vezes se excede porque, afinal, ninguém é de ferro.
O prefeito que assumiu com um discurso renovador e cheio de promessas para o município, em 2008, terminou por se revelar uma decepção, como administrador, mas um ótimo gerente para a família, já que dependurou mais de 10 em cargos de confiança, sem que seja incomodado pela Lei do Nepotismo apresentada pelo deputado Rui Carneiro.
O irmão, Genival Matias, outra nulidade, tem uma passagem medíocre e melancólica pela Assembléia, onde é tratado com ironia pelos jornalistas que fazem à cobertura da Casa diante do seu desempenho obscuro.
Informações vindas do município, acompanhada de vasta documentação fotográfica, mostra o estado de calamidade a que foi relegada a Educação em Juazeirinho, depois que Bevilácua tomou a frente dos destinos políticos da cidade.
De acordo com a denúncia, talvez, embalado pelo bom escocês, Bevilácua tenha perdido a noção entre o que é reforma e retelhamento de prédios públicos.
Nessa confusão mental tão comum aos que não conhecem os limites do néctar da Escócia o prefeito tem ocupado as emissoras de rádio da região para comemorar reformas nas escolas, onde na verdade apenas substituiu os telhados sem mexer na madeira apodrecida prestes a desabar sobre a cabeça de professores e alunos.
O que causa estranheza em Juazeirinho é que Bivalácua teria recebido algo em torno de R$ 700 mil para proceder à reforma das escolas municipais, mas limitou-se ao retelhamento, numa maquiagem que desperta suspeita e que já mobiliza a oposição.
A situação das escolas é tão precária que os professores têm de escolher entre sentar ou colocar seu material de trabalho. Sem merenda adequada, sem cardápio e sem conservação do alimento distribuído aos alunos, o ensino fundamental em Juazeirinho transformou-se em caso de Polícia.
Para comprovação dessa realidade estarrecedora é só fazer uma visita a Escola Municipal Severino Marinheiro.
Com a palavra as autoridades competentes.
Não é sem razão que o prefeito Bevilácua Matias matriculou os filhos nos colégios particulares de Campina Grande, para onde se transferiu com a família logo que empossado, alternando o clima da serra com a brisa do mar, em João Pessoa, onde também tem domicílio.
O prefeito só não se adaptou ao clima do município tórrido e inadequado para quem aprecia tomar o legítimo escocês, hábito no qual o edil muitas vezes se excede porque, afinal, ninguém é de ferro.
O prefeito que assumiu com um discurso renovador e cheio de promessas para o município, em 2008, terminou por se revelar uma decepção, como administrador, mas um ótimo gerente para a família, já que dependurou mais de 10 em cargos de confiança, sem que seja incomodado pela Lei do Nepotismo apresentada pelo deputado Rui Carneiro.
O irmão, Genival Matias, outra nulidade, tem uma passagem medíocre e melancólica pela Assembléia, onde é tratado com ironia pelos jornalistas que fazem à cobertura da Casa diante do seu desempenho obscuro.
Informações vindas do município, acompanhada de vasta documentação fotográfica, mostra o estado de calamidade a que foi relegada a Educação em Juazeirinho, depois que Bevilácua tomou a frente dos destinos políticos da cidade.
De acordo com a denúncia, talvez, embalado pelo bom escocês, Bevilácua tenha perdido a noção entre o que é reforma e retelhamento de prédios públicos.
Nessa confusão mental tão comum aos que não conhecem os limites do néctar da Escócia o prefeito tem ocupado as emissoras de rádio da região para comemorar reformas nas escolas, onde na verdade apenas substituiu os telhados sem mexer na madeira apodrecida prestes a desabar sobre a cabeça de professores e alunos.
O que causa estranheza em Juazeirinho é que Bivalácua teria recebido algo em torno de R$ 700 mil para proceder à reforma das escolas municipais, mas limitou-se ao retelhamento, numa maquiagem que desperta suspeita e que já mobiliza a oposição.
A situação das escolas é tão precária que os professores têm de escolher entre sentar ou colocar seu material de trabalho. Sem merenda adequada, sem cardápio e sem conservação do alimento distribuído aos alunos, o ensino fundamental em Juazeirinho transformou-se em caso de Polícia.
Para comprovação dessa realidade estarrecedora é só fazer uma visita a Escola Municipal Severino Marinheiro.
Com a palavra as autoridades competentes.
Fonte: Redação jampanews.











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