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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Vital defende redução da taxa de juros para ajudar famílias a reduzir dívidas

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) defendeu na manhã desta quarta-feira (11) a criação do programa Caixa Melhor Crédito da Caixa Econômica Federal, que possibilita uma redução de até 88% nas taxas de juros e melhores condições de financiamento para micro e pequenas empresas. O peemedebista destaca ainda que em solicitação ao presidente da Caixa, Jorge Hereda por um pacote de benefícios também aos servidores públicos, obteve uma sinalização positiva do presidente.
Segundo o parlamentar, o impacto desta redução nas taxas será sentido imediatamente pelos clientes que, por exemplo, usem o limite de R$ 2 mil no cheque especial. Eles terão uma economia anual em sua despesa média de juros de R$ 1 mil. Entre os benefícios agregados estão a isenção de tarifas por um ano e condições diferenciadas em linhas de crédito como, por exemplo, 3,5% ao mês (a.m.) no cheque especial, isenção da 1ª anuidade nos cartões de crédito e taxa de 2,85% a.m. no Cartão Azul Caixa, melhores taxas de remuneração para investimentos e descontos em produtos de seguro, previdência e consórcio.
O presidente da Caixa, Jorge Hereda garantiu ao senador que os servidores públicos terão um pacote de vantagens em tarifas, crédito, cartões, investimentos e produtos da seguradora.
Sempre esteve sensível à criação de mecanismos para facilitar a vida das pequenas e micros empresas responsáveis pela geração de milhares de empregos. Vital lutou incansavelmente pela aprovação do no Projeto de Lei de Conversão (PLV) 28/2011, oriundo da Medida Provisória (MP) 541/2011, que criou o Fundo de Financiamento à Exportação que faz parte do Plano Brasil Maior, lançado pelo governo federal para estimular a indústria brasileira, com intuito de atender especificamente às micro, pequenas e médias empresas exportadoras.
Vital lembrou também que recentemente contribuiu na aprovação no Congresso Nacional (sessão conjunta da Câmara e do Senado) de mais três projetos que abriu créditos adicionais ao Orçamento da União. Ao todo, foram liberados R$ 2,7 bilhões. O maior volume de recursos (R$ 1,7 bilhões) está previsto no PLN 51/11 e beneficiará ações desenvolvidas nos ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e do Turismo.
Quase metade das verbas estabelecidas pelo projeto (R$ 1,3 bilhão) foi destinada para cobrir despesas decorrentes da concessão de subvenção econômica, na forma de equalização de taxas de juros, garantia de preços mínimos e outros benefícios a associações, cooperativas e participantes da agricultura familiar.


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