Não é a oposição que avalia e reconhece o desgaste do governador Ricardo Coutinho e atribui a ele o baixo e quase pífio desempenho de sua candidata Estelizabel. É a própria Estela que, em alto e bom som diz que a sua rejeição manifestada pelo eleitor poderia ser atribuída aos desacertos das medidas tomadas para sanar uma crise que só existiu no imaginário socialista, já que nenhum governador em toda história republicana recebeu do seu antecessor um estado em condições tão favoráveis, como Ricardo Coutinho.
Houve um tempo em que justificativas como essas dadas pela candidata socialista seriam chamadas de “desculpa de amarelo”. A verdade é que esse Governo caminha para o caos e a certeza desse desastre influenciou a saída de muitas cabeças coroadas do esquema girassol já não mais ouvidas e que anteciparam o naufrágio do projeto idealizado por Ricardo.
As eleições municipais servirão de termômetro para avaliar os efeitos da administração que chegou empolgar o paraibano como uma promessa de renovação, mas que, no decorrer de 1 ano e meio já exala suspiros de agonia.
Em quatro meses como candidata, Estela disse a primeira coisa sensata: o Governo de Ricardo é um desastre.
AVALIANDO PESQUISA
Estela admite que avaliação da gestão Ricardo influenciou pesquisa na Capital
Apesar do baixo desempenho, pré-candidata aponta ponto positivo nos números da consulta
A pré-candidata a prefeita de João Pessoa, Estelizabel Bezerra (PSB), avaliou os números da pesquisa Ipesp, em que aparece com apenas 7% das intenções de voto, atrás de José Maranhão, Cícero Lucena e Luciano Cartaxo.
Tentando evitar uma leitura mais profissional da consulta – julgando-se incapacitada para tanto – a socialista não negou que seu desempenho ainda não é o desejado, porém apontou razões para isso. Entre alguns motivos, Estelizabel não afastou o fato da influência da avaliação do Governo Ricardo Coutinho, que não é tão positivo.
“Os números podem refletir aqueles que estão insatisfeitos com o modelo de gestão implantado pelo governo. As modificações financeiras necessárias que estão sendo implantadas estão desagradando muito gente. Porém, é preciso entender quero poder público foi feito para gerir políticas públicas, e não folha”, afirmou a pré-candidata, defendendo as medidas até então impopulares do governador como a única saída para tirar o Estado da crise que vivia.
Por outro lado, Estela fez uma leitura positiva de seus números. Enaltecendo seu potencial de crescimento, a pré-candidata destacou que a pesquisa mostrou que seu nome ainda é desconhecidaoentre os eleitores pessoenses. Porém, entre os que a conhecem, é muito bem avaliada.
“Pesquisa nunca ganhou eleição”, lembrou a pré-candidata.
Houve um tempo em que justificativas como essas dadas pela candidata socialista seriam chamadas de “desculpa de amarelo”. A verdade é que esse Governo caminha para o caos e a certeza desse desastre influenciou a saída de muitas cabeças coroadas do esquema girassol já não mais ouvidas e que anteciparam o naufrágio do projeto idealizado por Ricardo.
As eleições municipais servirão de termômetro para avaliar os efeitos da administração que chegou empolgar o paraibano como uma promessa de renovação, mas que, no decorrer de 1 ano e meio já exala suspiros de agonia.
Em quatro meses como candidata, Estela disse a primeira coisa sensata: o Governo de Ricardo é um desastre.
AVALIANDO PESQUISA
Estela admite que avaliação da gestão Ricardo influenciou pesquisa na Capital
Apesar do baixo desempenho, pré-candidata aponta ponto positivo nos números da consulta
A pré-candidata a prefeita de João Pessoa, Estelizabel Bezerra (PSB), avaliou os números da pesquisa Ipesp, em que aparece com apenas 7% das intenções de voto, atrás de José Maranhão, Cícero Lucena e Luciano Cartaxo.
Tentando evitar uma leitura mais profissional da consulta – julgando-se incapacitada para tanto – a socialista não negou que seu desempenho ainda não é o desejado, porém apontou razões para isso. Entre alguns motivos, Estelizabel não afastou o fato da influência da avaliação do Governo Ricardo Coutinho, que não é tão positivo.
“Os números podem refletir aqueles que estão insatisfeitos com o modelo de gestão implantado pelo governo. As modificações financeiras necessárias que estão sendo implantadas estão desagradando muito gente. Porém, é preciso entender quero poder público foi feito para gerir políticas públicas, e não folha”, afirmou a pré-candidata, defendendo as medidas até então impopulares do governador como a única saída para tirar o Estado da crise que vivia.
Por outro lado, Estela fez uma leitura positiva de seus números. Enaltecendo seu potencial de crescimento, a pré-candidata destacou que a pesquisa mostrou que seu nome ainda é desconhecidaoentre os eleitores pessoenses. Porém, entre os que a conhecem, é muito bem avaliada.
“Pesquisa nunca ganhou eleição”, lembrou a pré-candidata.
Fonte: Redação JampaNews/portais











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