Apesar da tão esperada revitalização do Mercado Público da cidade de Pombal, comerciantes que antes realizavam suas atividades no interior do espaço estão enfrentando uma situação atípica.
O que era pra ser um benefício para os que ali trabalham, passou a ser visto como um incomodo em virtude da demora na conclusão por parte da prefeitura.
A visão hoje é de um amontoado de tarimbas montadas na parte externa, situação que gera aglomeração e um incomodo não só para quem vende, mas para quem compra.
Enquanto isso, a obra encontra-se em execução a passos lentos e sem previsão de conclusão. Há quem atribua responsabilidades, mas está na prefeitura a grande parcela para esse lamentável cenário quem só vem a ser somada a tantas outras obras anunciadas e por algum motivo também não concluídas.
Na visão real dos fatos, o espaço da Feira Livre onde atualmente trabalham diversos comerciantes fica localizado em pleno centro da cidade. A obra sem previsão de conclusão dificulta o trabalho dos comerciantes que sofrem para ganhar o pão num espaço improvisado e sem qualquer tipo de conforto tanto para eles, como para os clientes. Diante do exposto contabilizam prejuízos e reclamam da demora na reforma.

É o caso do feirante conhecido por “Manezinho” que devido ao serviço tem verificado transtorno “Agente está aqui à disposição de sol e chuva, debaixo de uma lona quente esperando a resposta da prefeitura que até hoje não dá explicação nenhuma. Estamos esperando que resolva esse problema”.
Parecendo mais um depósito de feirantes os dias passam e a situação pode piorar ainda mais com a chegada do período invernoso.
PREJUÍZOS – De acordo com o projeto da revitalização, será realizada a alteração de toda a infra-estrutura do mercado em um projeto arrojado.
O resultado hoje, embora muitos tentem passar a impressão de que em breve estará concluído, o serviço tem gerado uma situação atípica.
O espaço que no passado foi orgulho dos pombalenses, um prédio majestoso, erguido na gestão de cinco prefeitos, fortalecendo os laços urbanos e rurais do nosso município hoje não está servindo para nada, a não ser para contabilizar prejuízos e servir de reclamação pelo mesmo motivo de outras obras que foram iniciadas e ainda não terminadas.
Redação 104 FM
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